30.08.2006
ASSEMBLÉIA GERAL DOS ESTUDANTES DE FILOSOFIA
ASSEMBLÉIA GERAL DOS ESTUDANTES DE FILOSOFIA.
Pauta:
Balanço Parcial da Gestão Logos;
Realização do 24º ENEFIL na UFES;
Escolha dos representantes locais da ENEF;
GT Estatuto;
SEGUNDA-FEIRA 04/09 às 20:00h
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Reunião do CAFIL realizada dia 29/08/06
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20.08.2006
V Encontro de Professores de Filosofia do Espírito Santo
Professores capixabas discutem ensino
de Filosofia no Ensino Médio
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http://www.seculodiario.com.br/arquivo/2006/agosto/18/index.asp
Ubervalter Coimbra
A oferta do ensino de Filosofia no ensino médio, agora obrigatória, será um dos temas centrais do V Encontro de Professores de Filosofia do Espírito Santo. O evento será realizado nos dias 7 e 8 de outubro, no auditório do IC II, no campus de Goiabeiras da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Serão aceitas 150 inscrições.
A obrigatoriedade do ensino de filosofia e sociologia no ensino médio de todas as escolas públicas e privadas do país foi determinada com a homologação do Parecer 38/2006, do Conselho Nacional de Educação (CNE), pelo ministro Fernando Haddad, da Educação, na sexta-feira (11). O parecer foi aprovado por unanimidade pelo CNE em 7 de julho último.
Agora, por força da legislação, "as propostas pedagógicas de escolas que adotarem organização curricular flexível, não estruturada por disciplinas, deverão assegurar tratamento interdisciplinar e contextualizado, visando ao domínio de conhecimentos de Filosofia e Sociologia necessários ao exercício da cidadania".
Já "no caso de escolas que adotarem, no todo ou em parte, organização curricular estruturada por disciplinas, deverão ser incluídas as de Filosofia e Sociologia". E, que "Os componentes História e Cultura Afro-Brasileira e Educação Ambiental serão, em todos os casos, tratados de forma transversal, permeando, pertinentemente, os demais componentes do currículo".
Diz ainda que "os currículos dos cursos de Ensino Médio deverão ser adequados a estas disposições", com prazo de um ano para a inclusão das disciplinas de Filosofia e Sociologia.
A obrigação determinada pela legislação federal estará no centro do encontro dos professores, que é realizado pelo Departamento de Filosofia da Ufes e pela Associação de Professores de Filosofia do Espírito Santo (APFES).
Os organizadores do encontro lembram que a Lei Estadual no. 6.649/01 tornou obrigatória a disciplina de Filosofia em todos os estabelecimentos de nível médio do Espírito Santo. Mas que "sua implantação passa por uma série de dificuldades e dúvidas". Entre estas, a falta de fiscalização por parte da Secretaria de Estado da Educação (Sedu) e do Conselho Estadual de Educação (CEE).
E, quando implantada, a carga horária da disciplina é insuficiente para o satisfatório cumprimento de sua ementa. Outra dificuldade é o pouco número de professores graduados em Filosofia, comprometendo a qualidade do ensino.
Os organizadores do encontro destacam que as prefeituras de Vitória e de Cariacica "conscientes da necessidade de uma formação crítica e integral de seus educandos, após concurso público ocorrido no ano passado, começam a implantar a Filosofia em sua rede pública de ensino".
Os objetivos do V Encontro de Professores de Filosofia do Espírito Santo são os de: "apresentar os desafios para a implantação do ensino de Filosofia na educação básica; criar condições para a participação dos professores de Filosofia na implantação do ensino de Filosofia no ensino básico; trocar experiências de ensino de Filosofia; planejar ações que garantam um ensino de Filosofia de qualidade; fortalecer a APFES; apresentar alternativas para o ensino de Filosofia para crianças; discutir a formação de professores de Filosofia".
Poderão participar professores de Filosofia da Educação Básica, da rede pública e privada e estudantes da graduação e pós-graduação de Filosofia.
Um dos organizadores do encontro é o professor Marcelo Barreira, da Ufes, que destaca a participação do Espírito Santo na luta pelo ensino de Filosofia no Ensino Médio. Lembra ainda a produção dos professores do Departamento de Filosofia da Ufes, inclusive a publicação do livro Introdução ao Pensamento Filosófico, que teve sua última edição em 2005, pela Vozes. O livro sistematiza 2.500 anos de conhecimento filosófico.
Veja a programação do encontro
Dia 7:
8h-8h30min: Entrega do material de apoio e de crachás de identificação
8h30min--9h30min: Abertura com mesa-redonda sobre o tema "Perspectivas para a disciplina de filosofia na educação básica" com a presença de representantes do Conselho Estadual de Educação, da SEDU e das Secretarias Municipais de Educação da Grande Vitória
9h30min-10h: Intervalo
10h-12h: Mesa-redonda com o tema "O processo de implantação da Filosofia no Espírito Santo" com professores do Departamento de Filosofia da UFES; homenagem ao prof. Anacleto Silva
12h: Almoço
14h-16h: Palestra com o Prof. Dr. Walter Kohan (Faculdade de Educação/UERJ) sobre o tema "Filosofia e Educação".
16h-16h30min: Intervalo
16h30min-18h: Oficinas com membros do Núcleo de Estudos Filosóficos da Infância-UERJ: Arlindo Rodrigues Picoli, Maria José Guzmán, Maximiliano López e Bernardina Leal
Dia 8:
8h30min-10h: Mesa-redonda com o tema "O Ensino de Filosofia no Espírito Santo" com representantes dos professores de Filosofia das Prefeituras de Cariacica, de Vitória, de São Mateus, do CEFETES e das redes estadual e particular de ensino.
10h-10h30min: Intervalo
10h30min-11h30min: Apresentação de atividades de filosofia com alunos da rede municipal de São Mateus
11h30min-12h: Apresentação musical e encerramento
12h: Almoço festivo e confraternização
OBS.:
- Inscrição no site da APFES: http://geocities.yahoo.com.br/apf_es
- Taxa de inscrição de R$ 5, 00 para gastos com o material de apoio; limitadas a 150 pessoas; levar comprovante de pagamento.
- Emissão de certificado pelo Departamento de Filosofia/UFES - Tel.: (27) 3335-2513
- A equipe organizadora do V Encontro considera relevante a socialização do material didático elaborado pelos professores de Filosofia; para tanto, solicita que os colegas o tragam para divulgá-lo no encontro.
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11.08.2006
Convênio UFES-Aracruz.
Após ocupação da Reitoria, Rasseli garante amplo debate sobre convênio entre Ufes e Aracruz
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Flávia Bernardes (Século Diário)
"Não haverá votação de convênio com a Aracruz Celulose sem a realização de uma audiência pública e um amplo debate entre os estudantes e os centros acadêmicos". A promessa foi feita pelo reitor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Rubens Rasseli, após os estudantes ocuparem sua sala junto com professores, índios, membros da Brigada Indígena e da organização Rede Alerta Contra o Deserto Verde, para reivindicar a não aprovação do convênio com a transnacional. Munidos de faixas e entoando músicas com letras contra a empresa, mais de 200 manifestantes criticaram a Reitoria da Ufes, destacando as inúmeras denúncias que pesam contra a Aracruz Celulose, depois de participarem do debate sobre agronegócio realizado nesta quinta-feira (10) no auditório Manoel Vereza, com a presença de João Pedro Stédile, da direção nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST).
Durante o debate, iniciado às 9h, Stédile lembrou que a agricultura sempre foi usada em função dos interesses de lucro. E que o passivo ambiental na conta de empresas como a Aracruz Celulose é incalculável, e é cobrado diretamente do brasileiro. "Essa empresa precisa controlar a terra para ter o controle de seus negócios, e é isso que ela faz aqui. Já tem 200 mil hectares do Rio Grande do Sul, 300 mil no sul da Bahia, e sabe-se lá quantos aqui. Hoje não é mais o latifundiário que é nosso inimigo, são estas empresas, ou melhor, os grupos que as controlam e os seus financiadores, como o Banco Safra", ressaltou.
O professor de Geografia da Ufes Paulo Scarim, que também compôs a mesa, criticou a proposta de desenvolvimento imposta desde a crise do café e que predomina até hoje. Para ele, este desenvolvimento propõe que os valores devem ser abandonados e as culturas mudadas, entre outros danos sociais. "Impuseram que a única saída para o Estado, sempre considerado subdesenvolvido, era o tal desenvolvimento. Antes de a empresa chegar fizeram uma leitura do Espírito Santo, que dizia que aqui havia disponibilidade de terras. Mas que terras? Eram as terras dos índios e quilombolas", disse.
O professor denunciou ainda a circulação de personalidades entre cargos do governo e da empresa, lembrando que a Aracruz Celulose continua agindo impunemente e que por isso é necessária a união com a universidade. "A empresa quer a aceitação da população, e a Ufes é seu álibi. A Ufes sempre esteve presente nessa mentalidade de impor o desenvolvimento. A universidade formou a cabeça de muita gente com idéias de que estas empresas representam a solução para o Estado. E nós? Nós vamos continuar aceitando a monocultura de nossas idéias? Os índios estão lutando pelo espaço deles, e nós?", questionou.
Os professores e representantes de diversas áreas da sociedade civil organizada aplaudiram o discurso, Foi nesse momento que Stédile (foto) propôs aos presentes que um ato público fosse feito na saída do debate, em frente à Reitoria. "Proponho um ato na porta da Reitoria para que a Aracruz saia da Ufes e do Brasil! Vocês, estudantes, são uma parcela privilegiada da sociedade, não podem ser alienados. Têm a obrigação de estar sempre um passo à frente", destacou.
Os índios Tupinikim e Guarani, que também ocuparam a mesa de debates, relataram que sentem na pele o problema criado pela empresa e sofrem ainda mais ao ver como a imprensa é manipulada para que a verdade seja escondida da população. Para o cacique Werá Kwaray, a empresa já poluiu as terras, as águas e agora quer poluir a universidade, tentando monopolizá-la. "A Aracruz é muito forte, mas não temos medo dela. Temos que lutar. Sabemos que estamos certos, não fomos nós que roubamos terras, foi ela! E vamos lutar por nossas terras para que nossa cultura possa se perpetuar através de nossos filhos e netos".
A situação humilhante das aldeias quilombolas e indígenas depois da chegada da empresa ao norte do Estado também foi lembrada por integrantes da Brigada Indígena e pelo Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA). Uma aliança foi proposta entre os movimentos para combater os danos sociais e ambientais cometidos pela transnacional.
Além dos estudantes, estiveram presentes ao debate representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), organizações estudantis, ONGs, Associação de Moradores do Ibes, Rede Alerta Contra o Deserto Verde, lideranças quilombolas e indígenas, os deputados Cláudio Vereza (PT) e Brice Bragato (P-SOL), o coordenador nacional do Movimento dos Direitos Humanos, Isaías Santana, e representantes do Movimento Negro.
A ocupação
Mal acabaram as perguntas aos debatedores que compunham a mesa, os mais de 200 presentes no auditório Manoel Vereza se levantaram se dirigiram organizadamente para a Reitoria da universidade. Eles não aguardaram os índios - ocupados em entrevistas - nem Stédile, que também era entrevistado no momento.
Com o lema "Não vendo! Não venderia! Nossa pesquisa não é mercadoria!", os estudantes ocuparam a sala do reitor - que estava em horário de almoço - e colaram cartazes com as frases: "Não ao acordão da Ufes", "Não à parceria público-privada" e "Audiência Já! Fora Aracruz!"
Os índios, que chegaram já com a sala do reitor ocupada por mais de 50 estudantes e representantes de organizações da sociedade civil organizada, discursaram ressaltando a que ponto era necessário chegar para que os alunos e os índios fossem ouvidos pela universidade.
Em um pouco mais de meia hora o reitor, Rubens Rasseli, chegou, acompanhado do vice-reitor Reinaldo Centoducatte. Uma sala ampla foi disponibilizada para a discussão. Os estudantes trataram logo de ocupar as cadeiras, o chão e todos os espaços e logo começaram a se manifestar. O primeiro foi o estudante Danilo Bicallo, diretor do Diretório Central dos Estudantes (DCE), que explicou ao reitor que o DCE é terminantemente contra o protocolo.
O cacique da aldeia de Caieras Velha, Jaguareté, declarou o seu apoio aos estudantes e ressaltou que o dinheiro vindo da Aracruz Celulose é um dinheiro manchado de sangue de índios, quilombolas e pequenos camponeses. "O senhor deveria pensar melhor no significado deste dinheiro, ele vem da destruição das matas, da poluição dos rios e do nosso sangue", enfatizou. A fala do cacique foi uma das mais aplaudidas na reunião.
Outras denúncias também foram feitas. Segundo um dos integrantes da Brigada Indígena, Fernando Schubert, o próprio reitor o alertou sobre o perigo de lutar contra uma empresa tão poderosa. "Outra vez também pedimos ajuda financeira à Ufes para irmos até a aldeia, e o nome da Ufes não podia constar na lista porque a Aracruz não podia saber que a universidade estava nos ajudando. A Polícia Federal já esteve aqui também pedindo a ficha de estudantes ligados à empresa. Agora estão pedindo pra gente tomar cuidado", desabafou.
Seu pai, o pastor luterano e conhecido por apoiar as causas das minorias Emil Schubert não precisou nem interromper o reitor, que nesse momento ficou em silêncio, ao se identificar e dizer que está insatisfeito com a situação: "Estou cobrando da universidade se isso foi uma ameaça da Ufes, da Polícia Federal ou da Aracruz Celulose. Nós estamos em uma democracia e temos o direito de apoiar os povos excluídos para que haja a justiça pela qual a universidade também deveria lutar", disse o pastor.
Werá Kwaray
Depois dos desabafos e até de algumas tentativas do reitor de responder às críticas, Rubens Racelli se justificou dizendo que o protocolo assinado com a Aracruz Celulose demonstra apenas uma intenção de parceria. Mas de nada adiantou. Seus argumentos eram fracos e não fugia à justificativa de que o protocolo seria votado pelos centros de ensino, e que isso seria não cercear o direito da empresa de propor algo, assim como os estudantes também poderiam fazê-lo.
O vice-reitor também tentou acalmar os ânimos afirmando aos índios que uma unidade da universidade seria construída em Aracruz, a qual seria ligada às comunidades indígenas e que o projeto já está buscando parceiros.
As justificativas não convencera e todos mantiveram as acusações contra à empresa e contra a tentativa da universidade de assinar o convênio "na surdina", durante as férias. Apesar de negar várias vezes o fato, o vice-reitor se contradisse depois de muitas acusações, afirmando: "No dia da votação, na primeira manifestação contra, a administração tirou o tema da pauta". Ele se referia à reunião do Conselho Universitário em que os professores foram surpreendidos com a convocação para votarem o convênio.
Os professores da Universidade já haviam denunciado o fato de que o convênio seria votado sem o conhecimento dos centros de ensino, em especial do Centro de Ciências Humanas e Naturais, responsável por pesquisas que reconhecem as terras quilombolas usadas pela Aracruz Celulose.
Com a pressão, e já no fim da reunião, o reitor então prometeu que não colocaria o convênio em pauta antes que houvesse uma ampla discussão entre os centros de ensino da universidade e os estudantes.
"Eu assumo um compromisso. Enquanto não tiver uma discussão ampla, esse assunto não entra em pauta, chamaremos os índios, os quilombolas, e faremos uma audiência pública", garantiu.
Com o compromisso do reitor, os estudantes querem agora que a audiência seja democrática e não manipulada pela Aracruz Celulose, como já ocorreu em outras ocasiões. Exigiram ainda que a Ufes se comprometa a trazer os representantes das comunidades impactadas pela empresa para o debate, ainda sem data marcada. Um documento foi assinado pelo reitor, como garantia do cumprimento de sua promessa.
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08.07.2006
CNE aprova a obrigatoriedade das disciplinas Filosofia e Sociologia no Ensino Médio.
Filosofia e sociologia são disciplinas obrigatórias no ensino médio
O Conselho Nacional de Educação (CNE) decidiu nesta sexta-feira, 7, por unanimidade, que as escolas de ensino médio devem oferecer as disciplinas de filosofia e sociologia. A medida torna obrigatória a inclusão das duas matérias no currículo do ensino médio em todo o país, ampliando o que já era praticado em 17 estados.
Segundo o relator da proposta, conselheiro César Callegari, a decisão vai estimular os estudantes a desenvolverem seu espírito crítico. “Isso significa uma aposta para que os alunos possam ter discernimento quando tomam decisões e que sejam tolerantes porque compreendem a origem das diversidades”, declarou.
Na avaliação do titular da Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC), Francisco das Chagas, a medida vai ampliar o número de vagas para profissionais de filosofia e sociologia. “A falta de professores em algumas situações também vai se adequar porque, com o ensino obrigatório das duas disciplinas, os cursos de graduação formarão mais profissionais para atuarem no setor”, disse.
A proposta de mudança foi feita pelo Ministério da Educação em 2005, mas como é do CNE a prerrogativa de definir as diretrizes curriculares nacionais, a deliberação foi feita pelos conselheiros. Agora, o parecer será homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. Segundo o documento aprovado, os estados terão um ano para incluir a filosofia e a sociologia na grade curricular do ensino médio.
Mudança – Para o professor de filosofia Aldo Santos, de São Paulo, a decisão vai promover uma mudança na estratégia educacional que desenvolve o pensamento, a reflexão e a ação dos estudantes. “Agora, o jovem vai entender o seu papel na história e saber que ele pode ser um agente transformador na sociedade”, analisou.
A inclusão das disciplinas de sociologia e filosofia no currículo do ensino médio foi comemorada por cerca de 150 professores e estudantes, que compareceram ao auditório do CNE. Houve até champanhe após a aprovação do parecer pelos conselheiros.
Repórter: Flavia Nery
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=content&task=view&id=5332&FlagNoticias=1&Itemid=5476
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18.06.2006
II Simpósio de Filosofia e Psicanálise
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II Simpósio de
Filosofia e Psicanálise
O II Simpósio de Filosofia e Psicanálise foi pensado como um espaço de exposição de pensamentos sobre o tema "Filosofia e Psicanálise".
O título “Filosofia e Psicanálise” se justifica porque, na medida em que o diálogo dos discursos constitui uma propriedade da filosofia, as fronteiras da filosofia, ao contrário de delimitarem áreas epistemológicas distintas e estrangeiras, constituem um dos seus temas fundamentais. Além disso, um evento acerca das fronteiras da filosofia e da psicanálise pretende promover um estudo que, congregando diferentes perspectivas de investigação, possa compor um conhecimento interdisciplinar do que é questionado. Na sua concepção, o projeto visa exatamente explorar na metodologia a aproximação entre essas duas áreas e identificar temas comuns que venham a ter relevância filosófica entre dois vocabulários distintos e sua possível compatibilidade.
O I Simpósio de Filosofia e Psicanálise aconteceu graças a uma cooperação entre a Universidade Católica de Goiás – UCG, a Universidade Federal de Goiás – UFG. O sucesso do I Simpósio, a articulação entre as duas universidades de Goiás e a UFES, além da esperança que a UFES constitua um mestrado em filosofia nos próximos anos com uma linha de pesquisa em "Filosofia e Psicanálise", anima a promoção do II Simpósio de Filosofia e Psicanálise.
O II Simpósio de Filosofia e Psicanálise é organizado em dois dias consecutivos com a participação de conferencistas da UFES, da UFG, da UCG, da UFSCar, da UFMG, da UNICAMP, da UFRJ, da PUC/RIO e da PUC/PR.
O Simpósio está sendo realizado em dois módulos:
O primeiro módulo aconteceu no Campus I da Universidade Católica de Goiás, dias 25 e 26 de maio de 2006.
O segundo módulo vai ocorrer no Auditório do IC II do Campus de Goiabeiras da Universidade Federal do Espírito Santo, dias 29 e 30 de junho de 2006.
Folder digital
Inscrições
O evento possui 150 vagas. Critério de seleção: as inscrições serão aceitas até ser atingido o número de 150 inscrições. As inscrições seguintes serão aceitas apenas em caso de desistência.
Fazer inscrição on-line
Local do evento
Auditório do IC II (CCHN-UFES) Campus de Goiabeiras.
PROGRAMAÇÃO
Dia 29 de junho
Tarde
14-15h - FÁTIMA CAROPRESO (UFSCar)
A filosofia da mente de Freud.
15-16h - RICHARD THEISEN SIMANKE (UFSCar)
A “neurologia fantástica” de Freud: uma reavaliação.
16-17h - ARTHUR ARAÚJO (UFG)
“O sonho é a realização de um desejo”: Freud e as neurociências.
17-18h - JIMENA GARCÍA MENÉNDEZ (UFSCar)
O estatuto problemático da percepção em Freud: algumas considerações iniciais para uma análise das relações entre percepção, consciência e realidade.
INTERVALO
Noite
19-20h - FÁBIO BELO (UFMG)
Críticas ao mito do bebê solipsista de Freud.
20-21h - CARLOTA IBERTIS (UNICAMP)
Dimensão hermenêutica do aparelho psíquico nos Estudos sobre histeria.
21-22h - FRANCISCO VERARDI BOCCA (PUC-PR)
Curaçao.
Dia 30 de junho
Tarde
15-16h - FRANCIMAR DUARTE ARRUDA (PUC/RIO)
As diabruras do humor.
16-17h - JORGE LUIZ VIESENTEINER (PUC-PR)
Sobre o ressentimento em Nietzsche e seu desdobramento na psicanálise.
17-18h - EDUARDO SUGIZAKI (UCG)
Foucault e a psicanálise.
INTERVALO
Noite
19-20h - SUELY AIRES PONTES (UNICAMP)
De qual sujeito trata Lacan?
20-21h - PEDRO TEIXEIRA CASTILHO (UFRJ)
Do pai de Freud ao desejo de reconhecimento em Hegel.
21-22h - CLAUDIA MURTA (UFES)
“As Paixões da Alma” e o contexto da Psicanálise.
Apoio
Departamento de Filosofia da UFES
GT de Filosofia e Psicanálise da ANPOF
Pró-Reitoria de Extensão da UFES
Centro de Ciências Humanas e Naturais - CCHN - UFES
Fundação Ceciliano Abel de Almeida
Núcleo de Educação Aberta e a Distância - UFES
Escola Brasileira de Psicanálise - ES
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10.06.2006
Implantação das disciplinas de sociologia e filosofia deve ser gradativa
Implantação das disciplinas de sociologia e filosofia deve ser gradativa
08/06/2006 10h50
O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse na quarta-feira, 7, que é favorável à implantação das disciplinas de sociologia e filosofia nas escolas públicas de ensino médio, desde que de forma gradual e dando liberdade aos sistemas para organizar os prazos e a carga horária.
O anúncio foi feito em reunião com representantes de alunos, professores, Conselho Nacional de Educação, deputados, trabalhadores em educação e em estabelecimentos de ensino que vieram ao MEC pedir apoio para a modificação do projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados. Com o projeto da forma que está – prevendo oferta obrigatória e compulsória do ensino de sociologia e filosofia –, informou o secretário de Educação Básica, Francisco das Chagas, não tem acordo, pois os sistemas de ensino não têm estrutura e nem professores para garantir sua execução. O passo que precisa ser dado, sugere o movimento de entidades, é o governo, o CNE e os que são favoráveis a implantação das duas disciplinas construírem com os deputados um acordo que torne obrigatória a oferta, mas flexível quanto ao tempo de implantação e a carga horária.
Ao defender e concordar com o movimento pró-ensino de sociologia e filosofia de forma gradativa, o ministro Haddad lembrou das dificuldades que ainda têm os sistemas estaduais e municipais para levar o ensino médio às escolas rurais e o próprio MEC para estender a oferta do livro didático a todas as disciplinas do ensino médio. Hoje, disse, o ministério distribui livros de matemática e português e em 2007 distribuirá, também, o de biologia, mas ainda faltam livros de quatro disciplinas para atender plenamente as necessidades dos estudantes.
Ao final do encontro, Fernando Haddad se comprometeu com as entidades da educação em levar ao presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, e ao líder do governo na Câmara, Arlindo Chináglia, pedido para que o projeto de lei seja incluído na ordem do dia e que seja votada a emenda que flexibiliza a aplicação da lei nos estados.
Repórter: Ionice Lorenzoni
Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=content&task=view&id=5128&FlagNoticias=1&Itemid=5272
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01.06.2006
IX ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA NA GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA DA USP
IX ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA NA GRADUAÇÃO EM FILOSOFIA DA USP
A participação á aberta a todo estudante de graduação que esteja
desenvolvendo pesquisa sob a orientação de um professor na área de
filosofia: incluem-se aí os alunos que estejam realizando Iniciação
Científica, PET, monografias de conclusão de cursos, etc. As exposições
terão um limite de tempo de 20 minutos, seguidas de 10 minutos para
debates e perguntas. Em cada mesa haverá um coordenador.
Os participantes receberão um certificado pela participação no encontro.
O encontro ocorrerá do dia 11 ao dia 15 de setembro
As inscrições poderão ser feitas até o dia 11 de agosto de 2006
Edital
1. Descrição Geral:
1.1. O Encontro Nacional de Pesquisa na Graduação em Filosofia da USP é um
evento anual realizado pelo Departamento de Filosofia da Universidade de
São Paulo com o objetivo de divulgar a pesquisa científica realizada pelos
alunos de graduação em filosofia de todo o país;
1.2. A participação para apresentação de trabalhos de pesquisa neste
evento é aberta a todo estudante de graduação que esteja desenvolvendo
pesquisa sob orientação de um professor na área de filosofia, incluem-se:
os alunos que estejam realizando iniciação científica (com ou sem bolsa),
PET, monografias de conclusão de cursos, etc.;
1.3. A exposição do trabalho terá um limite de tempo de 20 minutos, com
mais 10 minutos para debate e perguntas;
1.4. As mesas serão temáticas, mediadas por um coordenador, e terão no
máximo quatro expositores;
1.5. Haverá um certificado para cada expositor;
1.6. Haverá, paralelamente, um mini-curso temático ministrado por
professores da Faculdade de Filosofia da USP e da UNICAMP que ocorrerá em
quatro encontros. A participação neste mini-curso é aberta tanto aos
alunos expositores como também ao público em geral;
1.7. Será concedido igualmente um certificado para os participantes deste
mini-curso, condicionado à presença em pelos menos três encontros;
2. Datas:
2.1. Data máxima de inscrição: até 11 de agosto de 2006;
2.2. Período de realização do evento: de 11 de setembro a 15 de setembro
de 2006;
3. Inscrições:
3.1. Condição: o aluno expositor deverá ter recebido a orientação de um
professor;
3.2. A ficha de inscrição deve ser preenchida e enviada por e-mail, como
anexo, em arquivo do Word ou, em último caso, pelo correio como carta
registrada endereçada ao Departamento de Filosofia da USP (ver endereço
abaixo). Para conseguir a ficha de inscrição procure sua faculdade ou
solicite através do e-mail: filosoic@usp.br ;
3.3. Um e-mail de confirmação será enviado para cada inscrição recebida;
Universidade de São Paulo
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
4. Programação:
4.1. Segunda-feira, 11/09: noite (19:30) - cerimônia de abertura (palestra);
4.2. Terça-feira, 12/09: manhã (10:00 - 12:30h) - mini-curso temático ;
tarde (14:00 - 18:00) e noite (19:30 - 22:00) - mesas para exposição de
trabalhos;
4.3. Quarta-feira, 13/09: manhã (10:00 - 12:30h) - mini-curso temático ;
tarde (14:00 - 18:00) e noite (19:30 - 22:00): mesas para exposição de
trabalhos;
4.4. manhã (10:00 - 12:30h) - mini-curso temático ; tarde (14:00 - 18:00)
e noite (19:30 - 22:00) - mesas para exposição de trabalhos;
4.5. Sexta-feira, 15/09: manhã (10:00 - 12:30h) - mini-curso temático ;
tarde (14:00 - 18:00) - mesas para exposição de trabalhos; noite -
palestra de encerramento seguida de debate;
4.6. A programação detalhada será enviada em breve;
5. Alojamento
5.1. A quem necessitar haverá alojamento, com baixo custo, no campus
universitário da USP; deve-se avisar na ficha de inscrição se haverá
necessidade de alojamento;
FFLCH Departamento de Filosofia Programa de Iniciação Científica
Av.Prof. Luciano Gualberto, 315 sala 1005
Cidade Universitária
05508-900 São Paulo - SP
Fone/Fax
(0XX11) 3031.2431
(0XX11) 3091.3709
(0XX11) 3091.3761
(0XX11) 3091.3765
Home page: http://www.fflch.usp.br
e-mail: filosoic@usp.br
filosofo@usp.br
eventosdf@usp.br
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24.05.2006
ASSEMBLÉIA GERAL DOS ESTUDANTES DE FILOSOFIA.
ASSEMBLÉIA GERAL DOS ESTUDANTES DE FILOSOFIA.
Terça-Feira 30/05 às 20:00h.
PAUTA:
· Informes Gerais
· Formação de Comissões
· Repasse de documentos pendentes pela gestão anterior
Organização: CAFIL
Contatos: cafil_ufes@yahoogrupos.com.br
http://logoscafil.blogspirit.com
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23.05.2006
Reuniões do CAFIL
Relatórios das reuniões ordinárias do CAFIL que ocorrem toda terça-feira às 17:30h no próprio CA.
As atas poderão ser consultadas no CA.
reuniao_do_cafil_realizada_no_dia_28_de_abril_de_2006.doc
reuniao_do_cafil_realizada_no_dia_04_de_maio_de_2006.doc
reuniao_do_cafil_realizada_no_dia_09_de_maio_de_2006.doc
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